quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O caminho faz-se a andar

Cansado de te perderes. O astro do firmamento que te conduz e nunca viste perde cintilação e o que em ti era sentido bussolar. Há uma treva cerrada no teu encalço. Há uma treva cerrada para o teu caminhar. E a única máxima que te sobra é a de estares aí parado. Cansado de te perderes. De perdido andares. Não pares.

Led

2 comentários:

Lunapapa disse...

So nos perdemos para, novamente, nos encontrarmos. So nos encontramos, quando nos perdemos. Ha luz e sombra. E' como uma roda, que gira e volta a girar, sem nunca parar. Os mesmos ciclos, os mesmos vícios.
«As histórias repetem-se ao longo do tempo: só mudam os nomes, os lugares, a paisagem. É como se as pessoas fossem sempre as mesmas. A repetir os mesmos gestos. A insistir nos mesmos erros.»

O Prazer e o Tédio – José Carlos Barros

Ledbetter disse...

Algo como "Não perguntes o caminho a quem o conhece, pois de contrário não te poderás perder."?

Moratória psicossocial alongada...;)