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Led
Marilyn Manson - Heart Shaped Glasses (When The Heart Guides The Hand)
Led
Esta é apenas uma das muitas interpretações do disco, deliberadamente vago, para suscitar polémica e embaraço na comunidade (ainda me lembro de em 1998 membros da opus dei terem pago bilhete no atlântico para poderem protestar contra a presença da figura em terras lusas....bons tempos...quando ainda havia coisas que chocavam...). De qualquer modo, controvérsias à parte, este parece-me ser o disco mais coeso e melhor produzido pela banda até à data. Aqui fica portanto uma lembrança desses tempos com o tema mais representativo e violento do disco no pleno apogeu do desintegrador. Prometo regressar ao conforto colorido do indie um dias destes...
Marilyn Manson - The Reflecting God
Led
Youth Group - The Night is Ours


Patti Smith and Kevin Shields - The Coral Sea

Leila - Blood Looms and Blooms

The Last Shadow Puppets - The Age Of The Understatement
Led
Ando para falar do último álbum destes senhores (os centésimos “próximos Radiohead” da história da NME que afinal não o foram e ainda bem) há algum tempo. Mas ainda estou na fase de degustação preambular, é que custa um pouco a entender o disco como um todo. De qualquer maneira, para desapontamento da minha tradicional má fé e depois de audição do trivial primeiro single (“Violet Hill”), confesso que as audições integrais ao disco me deixaram bem mais entusiasmado. O colorido disco, cheio dos habituais temas pop-rock sumarentos que até as mães gostam, parece-me estranhamente interessante e arrisco mesmo já a dizer excelente. De tal maneira que até o habitual inquisidor moral de tudo o que atinja um nível comercial (Pitchfork) acabou por dar um 6.5/10 ao disco. Nem me peçam para mencionar que, no plano oposto do exagero patriótico, a NME classificou-o com um 8/10. Ainda assim, parece que finalmente o agora quinteto britânico arranjou um produtor à altura das suas capacidades (Brian Eno) que transformou/revolucionou (como a capa deixa subentender) quase por completo o som da banda (saturadíssimo à altura do X&Y) com recurso a muitas experimentações bem sucedidas. Notam-se bem as influências de um antigo David Bowie, Arcade Fire (até porque muitos temas foram igualmente gravados em igrejas), My Bloody Valentine, U2 (como sempre, na guitarra do Buckland) e mesmo Peter Gabriel. Temas grandiosos, espaçosos e cheios de luz, que é mesmo o que nós andamos a precisar. Ainda não encontrei as tão mencionadas influências hispânicas no novo som (só se for pela localização geográfica das gravações) e o que notei mesmo foi o recurso a muito equipamento sonoro sintético que contribuiu para um novo enchimento e grandiosidade (muito glam e exótico, ao mesmo tempo) sem apagar a marca mais desartificiosa característica do conjunto londrino. De qualquer maneira, “Cemeteries of London”, ”Lost!”, “42”, "Chinese Sleep Chant" (tema escondido da faixa "Yes!"), “Lovers in Japan” (aposto como terceiro single) ou “Viva La Vida”, são mesmo excelentes canções! A EMI já não precisa portanto de chorar mais o luto dos Radiohead pois têm aqui um disco que lhes vai satisfazer por completo o apetite monetário para este ano e o próximo e o próximo...
Led
Radiohead - 15 Step (Scotch Mist Version)
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Led (mal me aguento, mal me aguento...)
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